A VOZ DO MILITANTE: Camarada David Nahenda

“É NECESSÁRIO UNIÃO E COMPROMETIMENTO PARA COM O MPLA”.

PortalMPLA, 20 AGOSTO 18 (2ª FEIRA) - A voz de hoje é a do camarada David Nahenda, militante do MPLA desde 14 de Abril 2002. Professor no activo, é o secretário do Departamento de Informação e Propaganda do Comité Provincial de Benguela do Partido.

Recolha: Josué António

Como se chama, onde nasceu e que idade tem?

Chamo-me David Luciano Nahenda, natural do município da Ganda, província de Benguela, litoral-centro de Angola. Tenho 45 anos de idade.

Qual a sua profissão e ocupação actual?

Sou professor no activo. No Partido, sou o secretário do Departamento de Informação e Propaganda do Comité Provincial de Benguela.

Quando é que ingressou nas fileiras do MPLA, que cargos já exerceu no Partido e em que CAP está enquadrado?

Ingressei nas fileiras do nosso glorioso MPLA no dia 14 de Abril de 2002. Exerci as funções de secretário municipal da OPA, coordenador de Núcleo da JMPLA, secretário municipal da JMPLA, secretário provincial da JMPLA, tudo isso em Benguela. Actualmente, estou enquadrado no CAP n.º 5 - Casco Urbano.

Quais as razões que o motivaram a ingressar nas fileiras MPLA e a manter-se como militante do Partido?

Primeiro, é que todos os meus ancestrais foram do MPLA: Por isso, entrei na OPA (Organização de Pioneiros Angolanos – hoje Organização de Pioneiros Agostinho Neto). Quando me tornei jovem, transitei para a JMPLA, como militante.

Posteriormente, transitei para o MPLA. Distingui que o MPLA é um Partido que trabalha para o bem do povo, que é o único que trabalha para a melhoria das condições de vida do povo angolano.

Já participou em algum Congresso do MPLA? Se sim, em qual ou quais e que experiencia colheu?

Participei, como delegado, nos 5.º e 7.º congressos ordinários do MPLA e neles constatei que o nível de organização foi bastante satisfatório.

O que espera das medidas a serem tomadas pelo 6.º Congresso Extraordinário do MPLA, a ter lugar no dia oito de Setembro próximo?

Espero que continue a preservar o maior e melhor bem conquistado pelo povo angolano: a PAZ. Que solidifique a democracia e a materialização do Programa de Governo do Partido, para o período 2017/2022 e que foi aceite pelos eleitores, nas Eleições Gerais de 23 de Agosto do ano passado.

Como recebeu a notícia da aprovação da candidatura do Camarada João Lourenço ao cargo de Presidente do MPLA, o que acha dessa escolha e o que espera da sua liderança?

Recebi com a maior satisfação. É uma escolha certa. Ele é suficientemente capaz e disponível para levar avante a ideologia e os projectos do Partido.

O Camarada João Lourenço mereceu a confiança das direcções central e intermédia e das base, tornando-o num candidato pronto para conduzir os destinos do MPLA. Espero uma liderança exemplar, à semelhança das outras funções que já desempenhou em prol do Partido e do País.

O que tem a dizer sobre o papel do Camarada Presidente José Eduardo dos Santos, na liderança do MPLA, nos últimos 38 anos e que mensagem dirige para ele?

O Camarada José Eduardo dos Santos é um líder inquestionável, na senda política nacional. Os seus feitos merecem uma abordagem por parte da história do nosso País. Reconheço o quanto fez para os filhos desta Pátria. Ele é um sinal de estabilidade de Angola. O povo está com ele. O combate à corrupção é uma das bandeiras do MPLA.

Acredita no seu êxito em Angola, durante o presente mandato 2017/2022?

É um assunto delicado e merece o envolvimento de cada um de nós. O MPLA sempre procurou cumprir com as suas promessas e, desta vez, também, a regra será a mesma: “Melhorar o que está bem e corrigir o que está mal”. É um grande desafio para o presente quinquénio.

Que mensagem dirige aos militantes do Partido e ao povo angolano, no actual momento do País, em que o MPLA pretende melhorar o que está bem e corrigir o que está mal?

É necessário união e comprometimento para com o MPLA, nos desafios que tem abraçado, principalmente neste momento, caracterizado pela actual transição política, incluindo a realização das eleições autárquicas, que se avizinham.

/JA/AB

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