OPINIÃO: Angola está a ser alvo de subversão – Epinelas Mateus*

“As gerações presentes e vindouras não podem ter o seu futuro adiado e devem crescer confiantes na manutenção e no desenvolvimento da angolanidade”.

PortalMPLA, 15 OUTUBRO 18 (2ª FEIRA) - Sempre que nos confrontamos com informações sobre a vandalização e o roubo de postes de iluminação, de postos de transformação de energia eléctrica, de cabos eléctricos, de condutas de água, de equipamentos hospitalares, de carteiras escolares e de outros aportes do convencionado equipamento social, o sentimento que nos remete é o de revolta e repugnância, contra os autores de tais práticas criminosas.(Na foto, torre de alta tensão derrubada por sabotadores, em 10.10.18, no município de Cacuaco, em Luanda).

Reiterando a nossa denúncia, neste espaço, para, uma vez mais, debitarmos ideias e propormos estratégias aos órgãos afins do Executivo, hoje por hoje não nos opusemos à ideia, segundo a qual o Estado angolano está a ser alvo de acções de desestabilização, em primeira instância e de subversão à sua soberania, em segunda instância e consumação de presumíveis planos atentatórios à coesão nacional.

Como perceber que, por exemplo, o envolvimento de estrangeiros nessas acções e a conivência de nacionais que, não só pela avidez da obtenção de lucro fácil, danificam todo um aparato de equipamentos que o Estado põe ao serviço do povo e da sociedade?

De Cabinda ao Cunene, temos constatado a cumplicidade de angolanos em actos do género, que atentam contra a segurança nacional, quando estrangeiros, de várias nacionalidades, atracam o País para aqui perpetrarem actos desabonatórios à normal convivência social.

Não nos devemos vergar face às acções que visam pôr em causa a unidade e a integridade de Angola.

As gerações presentes e vindouras não podem ter o seu futuro adiado e devem crescer confiantes na manutenção e desenvolvimento da angolanidade.

*Jornalista/Analista político-social

/EM/AB 

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