A VOZ DO MILITANTE: Camarada Lopes Miguel

“DEVEMOS CERRAR FILEIRAS EM TORNO DO CAMARADA JOÃO LOURENÇO”.

PortalMPLA, 17 DEZEMBRO 18 (2ª FEIRA) – A rubrica “A VOZ DO MILITANTE” é dedicada, neste mês de Dezembro de 2018, ao 62.º aniversário da fundação do MPLA, assinalado no passado dia 10.

A voz de hoje é a do camarada Lopes Miguel. Militante do MPLA desde 1972, exerce as funções de chefe de Divisão dos Recursos Humanos do Departamento de Administração e Finanças (DAF) do Comité Central do Partido.

Como se chama e onde nasceu?

Chamo-me Lopes Miguel. Nasci na aldeia Quimenga, comuna de Buenga-Sul, município dos Buengas, província do Uíge, norte de Angola.

Qual a sua profissão e ocupação actual?

Sou psicopedagogo, especialista e mestre em Relações Internacionais e Estudos Europeus. Como disse atrás, actualmente exerço as funções de chefe de Divisão dos Recursos Humanos do Departamento de Administração e Finanças (DAF) do Comité Central do MPLA.

Quando e por que razão ingressou nas fileiras do MPLA? O que o anima a manter-se como militante do Partido?

Ingressei nas fileiras do MPLA em 1972, por intermédio dos meus familiares, adeptos da Igreja Kimbanguista.

Em 1974, com a entrada dos movimentos de libertação nacional, ainda jovem, já percebia as coisas e, dada a caracterização da afirmação do MPLA, pela causa nobre da libertação do povo angolano e sempre sob a orientação dos meus familiares, só tive a escolha de continuar no Partido do coração.

Que funções já desempenhou no MPLA e em que CAP está enquadrado?

Desempenhei várias funções políticas, nomeadamente, as de coordenador de Núcleo da JMPLA da delegação provincial dos Antigos Combatentes do Uíge; coordenador-adjunto da Célula do MPLA da Secretaria de Estado dos Antigos Combatentes, em Luanda; coordenador-adjunto da Célula do MPLA na Sede Nacional do Partido, em Luanda; secretário da Comissão do Comité Central do MPLA para os Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria; coordenador da Célula do MPLA do Complexo Turístico Futungo 2; membro do Comité Comunal do Partido do Futungo 2; membro do Comité Municipal do Partido da Samba.

Estou enquadrado no CAP n.º 03, do bairro Capalanga, no município de Viana, província de Luanda.

No dia 10 de Dezembro deste ano, o MPLA completou 62 anos de existência. Que significado tem, para si, esta data?O que pode dizer sobre a firmeza e a convicção dos seus militantes, nas diferentes etapas da luta para o engrandecimento de Angola?

O 10 de Dezembro é uma data memorável e de transcendente importância para mim e, sobretudo, para os militantes do MPLA, por significar a unidade e a coesão dos angolanos.

Que importância atribui ao papel desempenhado pelo MPLA, desde a Luta de Libertação Nacional de Angola até aos dias de hoje? Quais os feitos que mais lhe marcaram?

Em primeiro lugar, temos que convir que o MPLA é o povo e o povo é o MPLA. Foi assim que se definiu, desde da sua fundação. Ou seja, o MPLA desenvolveu a luta de libertação nacional no seio do povo e com o povo e mantém esse figurino nos seus ideais. Daí que podemos afirmar que a importância que se atribui ao nosso Partido assenta, essencialmente, na sua persistência e no valor histórico, cultural e tradicional, em que o povo está no centro da sua atenção.

O combate à corrupção, ao nepotismo, à bajulação e à impunidade é uma das bandeiras do MPLA. Acredita no seu êxito em Angola, durante o presente mandato 2017/2022?

Como militante e quadro do aparelho central do Partido, devo ter confiança e, sobretudo, acreditar no empenho e no esforço que o nosso Executivo, sob a liderança do Camarada João Lourenço, Presidente do MPLA e da República de Angola, está a empreender, visando erradicar todos os fenómenos que prejudicam, sobremaneira, o desenvolvimento e minam a aceitação nacional e internacional das instituições democraticamente constituídas no País.

Considero ser uma batalha que não pode ser vista apenas no seio do MPLA. O povo angolano deve envolver-se, porque, assim, saímos todos a ganhar.

Qual deve ser a postura dos militantes do MPLA, para ajudarem a melhorar o que está bem e a corrigir o que está mal em Angola?

Eu sou apologista que devemos cerrar fileiras em torno do Camarada João Lourenço, pois, ele merece o nosso apoio incondicional.

Que comentários adicionais faz em torno do 62.º aniversário do MPLA e que conselhos deixa para os angolanos, no actual momento da vida do Partido e do País?

É mais um aniversário para a reflexão sobre o caminho já percorrido. Nós, os militantes aos distintos níveis, devemos fazer uma avaliação crítica sobre o nosso desempenho, em cada etapa da existência do nosso Partido, emitindo opiniões, tal como estou a fazer agora, através do PortalMPLA.

Temos que nos preocupar com a vida interna do Partido, o seu crescimento, o nível de intervenção e o comportamento dos seus líderes, tendo em consideração as mudanças almejadas e que já começaram a fazer a diferença na sociedade, o que é muito positivo.

Não se deve esperar por milagres. Devemos continuar a empenhar-nos na realização das acções do MPLA, para a execução de tarefas que beneficiem o povo angolano.

/JA/AB

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