Angola: Arquitecto da Paz confirma estabilidade social e política

Estabilidade

O Camarada Presidente José Eduardo dos Santos realçou (06), em entrevista exclusiva à televisão portuguesa SIC, que o povo angolano compreende que há entrega dos governantes e dos quadros, em trabalharem para o bem comum.

Luanda, 07 Junho 13 - O Presidente da República de Angola, Camarada José Eduardo dos Santos, declarou (06) que não há a possibilidade de instabilidade política e social no país e que o Executivo e o MPLA estão atentos e trabalham com a sociedade civil, na resolução dos distintos problemas, nomeadamente os de carácter social.

O mais alto mandatário da Nação angolana falava numa entrevista, divulgada na noite de quinta-feira pela estação televisiva portuguesa “SIC”, na qual abordou, detalhadamente, a situação actual de Angola, o pós-conflito, os programas de desenvolvimento, entre outros temas.

Segundo realçou, o Executivo angolano está, sempre, preocupado com os problemas de carácter social e dá uma atenção muito particular à execução da sua agenda, procurando resolver os problemas da saúde, através da extensão da rede dos serviços sanitários às zonas mais recônditas e da educação, aumentando constantemente a rede escolar.

Referiu estarem em curso programas de assistência às crianças em situação vulnerável, às que estão em conflito com a lei, à pessoas idosas e deficientes e de de combate à pobreza e que, a partir deles, toda a sociedade é mobilizada para um esforço conjugado, no sentido de serem atacados os problemas mais prementes.

“Penso que a sociedade, consciente desse esforço do Governo e até com a sua própria participação, esbate todos os factores conducentes a uma possível perturbação ou instabilidade social”, disse.

Sobre a “contaminação” das revoltas vividas em outras partes do planeta, designadamente no mundo árabe, o Presidente José Eduardo dos Santos foi claro em afirmar: “Eles tentaram, logo depois das revoltas na Tunísia, no Egipto e depois do conflito que eclodiu na Líbia. Tentaram, aqui também, incitar a juventude, para realizar grandes manifestações. Utilizaram as redes sociais para comunicarem as suas mensagens e estabelecerem mecanismos de mobilização e sensibilização”.

O Arquitecto da Paz precisou que essa onda de perturbações “não pegou, porque existe uma acção positiva, no sentido de se melhorar as condições dos cidadãos, trabalhar todos para o bem comum. E a maioria da população compreende que há esta vontade, esta entrega dos governantes, dos quadros, salvo raras excepções, para trabalhar para este bem comum”.  

PortalMPLA/Angop/AB

Veja todas as notícias