Capital de Angola marcha e apoia Presidente José Eduardo dos Santos

O MPLA defendeu, neste sábado (17), muita serenidade entre os angolanos de bem.  

 

Luanda, 17 OUTUBRO 15 (SÁBADO) -A população de Luanda, entre a qual militantes, simpatizantes e amigos do MPLA, marchou, neste sábado (17), pelas ruas e avenidas dos municípios e distritos da capital angolana, para saudar a dimensão e a transversalidade da mensagem sobre O Estado da Nação, que o Presidente da República de Angola, Camarada José Eduardo dos Santos, endereçou, a 15 do mês corrente, a todo o país, na abertura do Ano Parlamentar 2015/2016.

As marchas/passeatas, uma iniciativa do Comité Provincial de Luanda do MPLA e de organizações da sociedade civil, que serviram, também, para divulgar as grandes ideias e orientações contidas na mensagem do Chefe de Estado, juntaram, em cada uma das circunscrições, milhares de cidadãos, sob o slogan “Paz sim, Confusão não”.

 

Município de Luanda

 

No município de Luanda, que abarca todos os distritos urbanos da capital, a marcha/passeata teve como ponto de partida o Porto de Luanda, na baixa luandense e culminou no Largo das Escolas, junto à Praça da Independência, onde foi realizado um acto político e cultural de massas, no qual usaram da palavra a primeira-secretária local do MPLA, camarada Joana Quintas e o segundo-secretário do Comité Provincial, cda. Jesuíno Silva.

Joana Quintas reiterou que Angola é um país democrático de direito, onde vigora o respeito pelas instituições e pela lei. É um país onde há o multipartidarismo, mas que isso não significa que os angolanos não devam estar unidos e lutar juntos pelos mesmos objectivos.

“Devemos trabalhar unidos para aumentar, cada vez, mais o bem-estar das nossas populações, melhorando o acesso ao ensino e à saúde e, ainda, cuidar bem das nossas escolas, hospitais, centros de saúde e dos chafarizes”, realçou.

O segundo-secretário do Comité Provincial do MPLA, Jesuíno Silva, por seu turno, declarou que “todos nós devemos unir-nos e sentarmo-nos à volta da mesma mesa e identificar os caminhos para ultrapassar o período menos bom que estamos a viver, em termos de economia, que não é uma vontade dos angolanos, mas sim um processo conjuntural, que neste momento aflige o Mundo inteiro”.

Neste contexto, referiu que o actual momento exige, de todos os angolanos de bem, muita serenidade, “para que possamos identificar os melhores caminhos e continuarmos a trilhar a via da paz e da tranquilidade”.

PortalMPLA/ER/AB

Foto: DDS

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