CUNENE: SG do MPLA destaca feitos de José Eduardo dos Santos

Paulo Kassoma,na foto, presidiu sábado (07), na cidade de Ondjiva, acto político central do Partido.

PortalMPLA, 09 JULHO 18 (2ª FEIRA) - O secretário-geral do MPLA, camarada Paulo Kassoma,na foto, enalteceu sábado, 07, na cidade de Ondjiva, província do Cunene, os feitos do Camarada José Eduardo dos Santos, Presidente do MPLA, na construção de um Partido forte, coeso e promotor das principais transformações políticas, económicas, sociais e culturais, ocorridas em Angola, nos últimos 38 anos.

O dirigente fez esta exaltação, quando discursava na cerimónia de abertura do acto central de apresentação da convocatória do 6º Congresso Extraordinário do Partido, previsto para 8 de Setembro deste ano.

Na mesma ocasião, frisou que o Processo de Transição Política na liderança do MPLA resulta de uma manifestação de vontade de José Eduardo dos Santos, expressa no dia 11 de Março de 2016, data em que prometeu abandonar a vida política activa, ainda no decurso do seu mandato regular, que terminaria em 2021.

“Neste sentido, o Comité Central, após consulta aos Comités Provinciais do Partido e com base na documentação de suporte ao Processo de Transição Política na Liderança do MPLA, expressa na Resolução sobre a realização do VI Congresso Extraordinário, manifestou a sua concordância e decidiu convocar um Congresso Extraordinário a ter lugar no dia 8 de Setembro de 2018, para a eleição do novo Presidente do MPLA”, sublinhou.

Com base nesse pressuposto, o Comité Central aprovou a candidatura do Camarada João Lourenço, á Presidente do MPLA e a respectiva Resolução para esse efeito.

Segundo Paulo Kassoma, “o Camarada João Lourenço é um militante exemplar, experiente, destemido e de primeira hora, hoje Presidente da República e Vice-Presidente do MPLA, que assumirá os destinos do Partido, iniciando, assim, uma nova fase, rumo ao desenvolvimento e prosperidade do povo angolano”.

O secretário-geral do MPLA exortou os militantes do Partido para individual ou colectivamente serem um exemplo na preparação das primeiras eleições autárquicas em Angola, previstas para 2020.

Sobre o mesmo assunto, sublinhou que “o MPLA defende para institucionalização das autarquias locais, o princípio do Gradualismo consagrado na Constituição no seu artigo 242.º, que significa que as autarquias locais devem ser implementadas, aos poucos até cobrir todo o país. Porque os Municípios não têm as mesmas condições económicas e sociais.

De nada adianta transferir tais competências sem que se criem as condições para o pleno funcionamento da Autarquia”.

/JC

Foto : DG

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