Integridade física de Angola garante desenvolvimento – David Mário

A cidade de Luanda acolhe, desde esta quinta-feira (08), até sexta-feira (09), uma Conferência Internacional sobre Segurança Marítima e Energética.

 

Luanda, 08 OUTUBRO 15 (5ª FEIRA) – O Executivo angolano aprovou, no primeiro dia de Outubro corrente, um conjunto de medidas, para a implementação do Sistema Nacional de Vigilância e Segurança Marítima da Zona Económica Exclusiva, um tema, aliás, que está na mesa de uma conferência internacional, inaugurada, nesta quinta-feira (08), em Luanda, pelo vice-presidente da República de Angola, camarada Manuel Vicente.

Na abertura da Conferência Internacional sobre a Segurança Marítima e Energética, o governante angolano disse que Angola reconhece a pertinência das várias estratégias marítimas nacionais e regionais, que contribuem para a segurança de todos e que se congratula com o crescente interesse de parceiros internacionais, pelos esforços que a África vem despendendo, para garantir a segurança dos seus domínios marítimos.

Nessa esteira, o Programa de Governo do MPLA, aprovado pelo povo angolano, para o período 2012/2017, previne a salvaguarda da soberania do Estado, das suas águas interiores, do mar territorial, da navegação marítima e da exploração petrolífera.

A implementação do Sistema Nacional de Vigilância e Segurança Marítima será acompanhada pelo melhoramento e modernização do serviço de asseguramento dos pressupostos fundamentais da defesa e da segurança nacional interna e externa, como condição fundamental para o sucesso da estratégia da contínua promoção do desenvolvimento nacional, bem como da inserção regional e mundial de Angola.

Neste sentido, o Programa de Governo do MPLA estabelece a execução de programas e planos de edificação de capacidades militares múltiplas, particularmente da técnica militar e de asseguramento operacional dos objectivos estratégicos.

O Programa destaca, igualmente, a necessidade de se conceber e executar programas de formação técnico-profissional dos efectivos militares, através de ciclos de longo, médio e curto prazos, em estabelecimentos militares e em outras especialidades convergentes com a actividade de defesa e segurança nacional.

Com isso, o Executivo angolano estará a materializar o princípio de aprimorar as condições humanas e técnico-materiais, que permitam garantir a integridade e o controlo das fronteiras nacionais, a sua inviolabilidade e segurança.

Assumidos estes pressupostos, estarão criadas as condições para a preservação da integridade física de Angola, uma garantia básica para o desenvolvimento do país e consequente melhoria da qualidade de vida do povo angolano e daqueles, estrangeiros, que nele vivem.

Isso exige o envolvimento de todos os efectivos dos três ramos militares das Forças Armadas Angolanas (FAA), mediante o acatamento do que está superiormente estipulado, nesse domínio.

PortalMPLA/DM/AB

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