MPLA NO EXECUTIVO: Produção interna em primeiro lugar

Sempre que houver produção nacional, as compras públicas devem recair a si e não sobre os produtos importados.

PortalMPLA, 29 JANEIRO 19 (3ª FEIRA) – O Governo angolano determinou que as grandes compras públicas de bens, sobretudo da dos órgãos de Defesa e Segurança, devem ser feitas com prioridade à produção nacional e que Angola deixe de importar alimentos de amplo consumo popular, que são produzidos no País.

Por não haver, ainda, um sector produtivo robusto em Angola e para que se evite uma actuação dispersa, o Executivo seleccionou 54 produtos (componentes da Cesta Básica, essencialmente), para os quais os empresários nacionais deverão estar focados, no objectivo de elevar a quota da sua produção no mercado nacional, para que deixem de ser importados.

No âmbito do seu Programa de Apoio à Produção Nacional, Diversificação das Exportações e Substituição de Importações (PRODESI), o Governo aprovou um Plano de Acção, virado ao aumento da produção e da competitividade interna.

Como imperativo, o Governo orientou para que, sempre que houver produção nacional, nas quantidades requeridas – como haverá, certamente -, as compras angolanas devem recair a si  e não sobre os produtos importados.

“Esta medida contribuirá, de modo significativo, para a dinamização da produção, tendo em conta o peso das compras do Estado. Este princípio deverá ser seguido para todas as compras do Estado”, como asseverou o ministro de Estado do Desenvolvimento Económico e Social, camarada Manuel Nunes Júnior.

O MPLA, na execução do seu Programa de Governo, para o período 2017/2022, mantém o compromisso de criar as condições para que o sector privado, as empresas e os empresários nacionais sejam os protagonistas da transformação da economia angolana, a par do investimento estrangeiro, que seja portador de conhecimento, tecnologia e mercado.

/www.mpla.ao

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