OFERTA DE BENS: Angolanidade e africanidade

Os angolanos são, no corpo e no espírito, africanos, com os seus valores.

Luanda, 25 JUNHO 17 (DOMINGO) – Como mandam as regras da angolanidade e, também, da africanidade, o candidato do MPLA a Presidente da República de Angola, Camarada João Lourenço, não foi à província do Uíge de mãos vazias.

Ele, angolano de gema e africanista por excelência, ofertou, sábado (24), na cidade do Uíge - tal como vem acontecendo por onde passa, desde o início do seu périplo, nunca antes visto, por Angola, a 18 de Fevereiro último - bens diversos aos antigos combatentes e veteranos da Pátria, aos deficientes físicos e às autoridades tradicionais, de resto um sinal orientador à minimização de carências, nos respectivos domínios.

Dos bens entregues no Uíge constam motorizadas, televisores, aparelhos de som, instrumentos agrícolas, triciclos, fogões à gás e computadores portáteis.

Momentos antes, o candidato do povo e da juventude angolana visitou uma feira de produtos agrícolas, produzidos nos 16 municípios da província, onde dialogou, demoradamente, com todos os expositores.

Na feira, estiveram expostos produtos, como a mandioca, feijão, ginguba, batatas doce e rena, banana, ananás, abacate, café e abóbora.

E como mandam as mesmas regras, a população também ofertou ao ilustre visitante aquilo que tem e, certamente, João Lourenço guarda-o no fundo do seu coração.

E a UNITA, ocidentalizada até ao pescoço e que tem muita inveja da popularidade do Camarada João Lourenço, que aplica na prática esses valores, que pare um pouco para meditar: Os angolanos são, no corpo e na alma, africanos. Com os seus valores inalienáveis.

PortalMPLA/AB

Foto: RF

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