OMA: “Vida humana não pode ser tratada com banalização”

CREATOR: gd-jpeg v1.0 (using IJG JPEG v62), default qualityO Secretariado Executivo Nacional da organização feminina do MPLA emitiu, segunda-feira (27), em Luanda, um Comunicado sobre prática indecorosa de jovens, vista através das redes sociais da Internet, no qual pediu justiça e punição severa aos culpados. Na foto, a Sede Nacional da OMA, na capital angolana.

 

Luanda, 29 ABRIL 15 (4ª FEIRA) – “O Secretariado Executivo Nacional da OMA tomou conhecimento, com profunda preocupação, notícias que têm vindo a ser veiculadas pelas redes sociais, que envolvem jovens e não só, com uma conduta que ofende, gravemente, a moral social estabelecida para o nosso ‘modus vivendis’.

Repudiamos energicamente este comportamento, que chocou toda a sociedade e apelamos a todos os actores sociais e, em particular, as jovens mulheres para evitarem tais práticas, que em nada dignificam os angolanos.

Estamos perante um comportamento que tipifica ofensas corporais, atentado ao pudor e difamação, a todos os títulos condenáveis.

Apelamos ao respeito pelos valores morais e pela dignidade da pessoa humana e alertamos aos angolanos para evitarem este tipo de comportamento.

Recordamos que a lei pune todos aqueles que enveredam por fazer justiça por mãos próprias e entendemos que a vida humana não pode ser tratada com banalização.

Exortamos a que se continue a levar a cabo campanhas de sensibilização a favor dos valores éticos, cívicos, culturais e morais e se eleve o nível de conhecimento jurídico da população para prevenir práticas ilícitas.

Para que casos como esses não sejam recorrentes na sociedade, a Organização da Mulher Angolana (OMA) apela a que se faça justiça e exige que os culpados sejam severamente punidos.

Luanda, 27 de Abril de 2015.

A secretária-geral da OMA, Luzia Inglês Van-Dúnem “Inga”, membro do Bureau Político do Comité Central do MPLA”.

PortalMPLA/Sede Nacional da OMA

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