OMA: Metade das províncias de Angola devem ser governadas por mulheres

A secretária-geral, camarada Inga, na foto, defendeu, 5ª feira (16), maior representatividade nos órgãos de soberania.

PortalMPLA, 17 AGOSTO 18 (6ª FEIRA) - A secretária-geral da OMA, organização feminina do MPLA, camarada Luzia Inglês Van-Dúnem “Inga”, na foto, defendeu, quinta-feira (16), em Luanda, uma maior representatividade de mulheres nos órgãos de soberania da República de Angola. São órgãos de soberania, o Presidente da República, a Assembleia Nacional e os tribunais.

Em declarações à Imprensa, logo após a 4ª Sessão Extraordinária do Comité Central do MPLA, órgão deliberativo máximo, no intervalo dos congressos, aquela legisladora constituinte disse esperar que o 6º Congresso Extraordinário do Partido, a ter lugar a oito de Setembro próximo, na capital angolana, ajude na resolução dessa questão.

A SG da OMA referiu que, se por um lado, o número de ministras no Governo angolano ronda os 39 por centro, por outro, apenas uma mulher é governadora, no conjunto das 18 províncias do País.

Em contraposição, o que a organização feminina do MPLA pretende, segundo aquela dirigente, é que metade das províncias e dos municípios de Angola sejam liderados por mulheres, tendo revelado que, para tal, a OMA está já a mobilizar essa camada para candidatar-se às futuras autarquias locais.

A OMA (Organização da Mulher Angolana) é a organização feminina do MPLA, cujo objectivo é mobilizar, organizar e educar as mulheres, para a realização dos ideais políticos do Partido.

/AB

Foto: Angop

Veja todas as notícias