OPINIÃO: Aventura inglória contra Angola e o MPLA

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Por: Eduardo Magalhães, jornalista/jurista.

 

Luanda, 15 MARÇO 17 (4ª FEIRA) – É digno de repúdio enérgico, de todos os angolanos amantes da Pátria, a tentativa de a SIC e de outros círculos portugueses afins deturparem a realidade em Angola e destratarem as suas autoridades, eleitas democraticamente.

Ainda continua a ser muito caro para eles admitir que, desde 11 de Novembro de 1975, Angola é um país independente e soberano e que, em nada, depende do “aval português” para trilhar o seu próprio caminho.

Os recentes, mas sistemáticos - pois foram iniciados há muitos anos - ataques aos órgãos de soberania angolanos, com forte carga pessoal aos seus representantes, também merecem o nosso repúdio e denúncia. Sobretudo, porque partem de lugares portugueses que, em nada, se aproximam do exemplo que tentam transmitir.

Pior do que um pretenso “complexo de superioridade”, testemunhamos traços comuns aos racistas e fascistas, naqueles que insistem em tentar denegrir a imagem da nossa Pátria angolana.

Não somos levianos, ao ponto de generalizar os políticos e cidadãos portugueses, nesta aventura inglória contra Angola e contra o MPLA.

Sabemos separar o trigo do joio, nessa tarefa suja de difundir calúnias e injúrias contra os angolanos. O racismo, sim, pode explicar boa parte desses actos nefastos e repugnantes.

Vergonhoso foi ler o regozijo da imprensa portuguesa, pelo crescente número de nórdicos que compram casas de verão no litoral de Portugal. Ainda mais vergonhoso é testemunhar esta mesma imprensa - que é um dos tentáculos da oposição portuguesa ao Governo angolano - acusar de branqueadores de capitais os angolanos e chineses que fazem o mesmo investimento do dos nórdicos. Se isso não é racismo, o que é?

Quanto aos opositores ao MPLA e ao seu Governo, cá da praça, a novidade é que, como num abraço de afogados, pensam que encontram no “além-mar” uma dita solidariedade, uma autêntica farsa daqueles que só pretendem ver a destruição total de Angola.

O choro é livre. Mas que os “choramingas”, lá em Portugal e os seus seguidores angolanos aprendam a respeitar a soberania do voto popular e a soberania da Nação.

Quem não tem competência, não se estabelece.

(Na foto, a bandeira-monumento, hasteada na Fortaleza de São Miguel, em Luanda, onde funciona o Museu das Forças Armadas Angolanas).  

PortalMPLA/EM/AB

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