OPINIÃO: Oposição que só destila rancor – Eduardo Magalhães

“Derrotada nos próprios conceitos e incrédula diante de uma ampla maioria que lhe rejeita, a oposição ao MPLA vê adversários políticos como inimigos”.

 

Luanda, 02 MARÇO 17 (5ª FEIRA) - Uma das práticas mais comuns da oposição política ao MPLA é a de fazer a crítica pela crítica. Cobra soluções de problemas que ajudaram a construir e, na ausência deles, forjam-nos para o alimento da própria necessidade de exercitar a maledicência. Calúnias e absurdos contra o MPLA e os seus quadros dirigentes é tudo o que a oposição, sobretudo a UNITA, tem feito há décadas.

É difícil entender se há oposição política em Angola ou, apenas, uma ala rancorosa, que, em nítida minoria, esquece que o papel de um partido de oposição é, também, apontar caminhos, criar parâmetros para a sociedade.

O que assistimos, na prática, é uma oposição que parece ter como único programa o desejo de um dia chegar ao poder e, finalmente, ser o MPLA.

É lastimável que “intelectuais” e “formadores de opinião”, alinhados com esta oposição ao País, utilizem o “ano eleitoral” como ferramenta para a destilação do ódio.

É um equívoco ignorar que a história do MPLA é confundida com a história do nosso povo e da nossa Angola. Brincam de tentar destruir as instituições, os seus representantes e, até, a imprensa. O máximo que conseguem é revelar a própria impotência diante dos verdadeiros desafios.

A incapacidade de reconhecer as sucessivas derrotas eleitorais leva a oposição ao MPLA ao panfletário recurso da “fraude eleitoral”. Tentam resgatar a instabilidade e negação da independência dos poderes, para confundir alguns cidadãos desatentos. Não possui sequer a dignidade de um perdedor que levanta a bandeira branca como símbolo da incapacidade de superar o adversário.

Antes da recente crise do petróleo, o crescimento económico vivido em Angola foi um dos mais expressivos do planeta. Este mesmo MPLA que, ao lado do povo, está a reconstruir a Nação. Saberá superar as adversidades e assegurar a retomada da economia. Por mais que os “críticos” destilem o ódio habitual, a sociedade angolana já está convencida do papel de cada um na nossa história.

A candidatura de João Lourenço, como cabeça-de-lista às Eleições Gerais deste ano, por exemplo, representa a derrota de quem tinha como último recurso a tentativa de destruir a reputação do actual Presidente da República, José Eduardo dos Santos.

Internet, redes sociais e, pasmem, até a imprensa estrangeira são usadas como uma máquina para tentar, sem êxito, a destruição da reputação e imagem do Arquitecto da Paz.

Derrotada nos próprios conceitos e incrédula diante de uma ampla maioria que lhe rejeita, a oposição segue a ver adversários políticos como inimigos.

Por isso, é impotente diante da realidade, explícita até mesmo para os desatentos, de que só lhes resta aceitar antecipadamente: o MPLA é a maior força política do País.

A destruição que a oposição quer para o nosso povo e o nosso País esbarra no desejo da maioria dos cidadãos de construir uma Angola melhor, que estamos a construir juntos e, também, na fé que os verdadeiros patriotas têm de que é possível vislumbrarmos para o nosso País um futuro diferente daquele que imaginaram as aves de rapina.

PortalMPLA/EM/AB

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