Presidente Dos Santos, “País vive momento histórico especial”

PR

O Chefe de Estado angolano, Camarada Presidente José Eduardo dos Santos, dirigiu, quinta-feira (27), uma Mensagem de Ano Novo de 2013 à toda a Nação.

Luanda, 28/12 - O Presidente da República de Angola e titular do Poder Executivo, Camarada José Eduardo dos Santos, pontualizou, quinta-feira (27), em Luanda, que o país vive um momento histórico especial, pois que reúne as condições essenciais para desenvolver-se e resolver os seus problemas económicos e sociais e tornar-se numa referência em África e no Mundo.

Na sua Mensagem de Ano Novo de 2013, quando recebia cumprimentos de toda a sociedade angolana, o estadista angolano realçou: “A nós, líderes políticos, religiosos, cívicos, empresariais e de associações culturais, cabe-nos, pois, nestas circunstâncias, canalizar a generosa energia de todo o nosso povo, para a construção de uma Angola moderna, democrática e próspera, tendo por base os valores do trabalho, da liberdade, da justiça, da paz, do respeito mútuo e da fraternidade”.

Nessa comunicação, o Camarada Presidente reiterou a orientação, no sentido de dar prioridade à acção que visa obter uma crescente melhoria das condições de vida dos angolanos, justificando, para o efeito, que, no Orçamento Geral do Estado para 2013, o sector social terá direito a um terço do total das verbas previstas.

Essa aposta no sector social, prosseguiu, representa um acréscimo de quase 50 por cento em relação ao ano de 2012 e destina-se à educação, à saúde, ao ensino de base e superior, à habitação e à protecção social.

O Presidente da República realçou, também, a necessidade do reforço do crédito e da bonificação de juros, para os empresários nacionais que dinamizem iniciativas que levem ao aumento da riqueza nacional e à criação de mais empregos.

De acordo com o Chefe de Estado, o Executivo definiu políticas para a formação, capacitação e valorização do capital humano, “porque um capital humano de excelência é indispensável para o salto em frente que Angola precisa de dar”.

“Calculámos metas altas, com um crescimento económico sustentável, sem comprometer a melhoria do ambiente e a adopção de políticas de adaptação às alterações climáticas”, acrescentou o estadista.

 

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