PRESTÍGIO: Jornalista reclama Nobel para Presidente José Eduardo dos Santos

Kumuênho da Rosa, 6ª feira (16): “Mundo perdeu uma boa oportunidade de atribuir o Nobel a uma pessoa que trabalhou e continua a trabalhar muito pela Paz”.

Luanda, 19 DEZEMBRO 16 (2ª FEIRA) – O jornalista Kumuênho da Rosa, director-executivo do Jornal de Angola (foto), criticou, 6ª feira, 16, em debate televisivo, em Luanda, o facto de a Comunidade Internacional não ter conseguido mobilizar-se e unir-se para reconhecer, oportunamente, os feitos do Camarada José Eduardo dos Santos, Presidente do MPLA e da República de Angola, na pacificação definitiva do país, desde 2002.

“Olhamos, hoje, o trabalho feito pelo Comité Nobel. Penso ser muito mau. Digo-vos e é a minha opinião - quero sublinhar isso: o Mundo perdeu uma boa oportunidade de atribuir o Nobel a uma pessoa que trabalhou e continua a trabalhar muito pela Paz, não só em África, mas no Mundo, que é o Senhor José Eduardo dos Santos”, declarou o jornalista, no programa semanal da Televisão Pública de Angola “Falar Claro”, em que é um dos comentadores.

“Em 2002, quando se conseguiu o Acordo de Paz, que Angola vive até hoje (já lá vão 14 anos), o Comité Nobel e, de uma maneira geral, a Comunidade Internacional não conseguiram mobilizar-se, unir-se, para reconhecer esse feito, que Angola até hoje mostra ao Mundo” – observou.

Em 2002, o Governo da República de Angola, sob liderança do Camarada Presidente José Eduardo dos Santos, pôs fim a uma rebelião armada, que se traduzia numa guerra de 27 anos, que ceifou e estropiou milhares de vidas humanas, devastou as infra-estruturas do país e danificou seriamente a Administração Pública e os empreendimentos económicos.

Foi neste contexto que se destacou, em 2002, a posição assumida pelo Presidente José Eduardo dos Santos, que ordenou a cessação imediata de todas as hostilidades militares, a assistência médica aos beligerantes fragilizados, a abertura do diálogo, a amnistia geral para os crimes no contexto da guerra e a integração imediata dos ex-rebeldes na vida democrática do país.

PortalMPLA/AB

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