Angola: Qualidade de vida e desenvolvimento humano

O Executivo angolano definiu, como prioridade, a procura das vias para o desenvolvimento de Angola, através da estabilidade financeira e da transformação e diversificação da sua estrutura económica.
Inserem-se, neste contexto, a melhoria da qualidade de vida dos angolanos e o crescimento dos seus índices de desenvolvimento humano.
E isso está já a ser possível, devido à atenção e estímulo que o Executivo está a prestar ao sector privado, em especial ao empresariado e ao reforço da inserção competitiva de Angola no contexto internacional.
Os números da nossa angolana evidenciam bem o crescimento e o desenvolvimento económico e social do país.
Nos últimos dois anos, desde 2010, portanto, a economia nacional cresceu 2,4 por cento, como resultado da contracção de 5,1 por cento do sector petrolífero e da expansão de 8,3 por cento no sector não petrolífero.
Convém referir, que, não obstante os severos efeitos da crise económica e financeira internacional na sua economia, Angola tem alcançado taxas de crescimento da economia nacional não muito distantes da taxa anual média de crescimento populacional do país, que é de 3%, o que significa que, em termos per-capita médio, Angola tem ficado mais rica.
Atendendo que a problemática da inflação em Angola não é apenas um problema monetário, mas que tem, também, aspectos ligados à parte estrutural da economia, o Executivo desenvolveu um estudo que indica medidas, com vista à redução das despesas aduaneiras e aos encargos portuários, com a importação dos produtos que integram a cesta básica.
Estas medidas estão já em fase de implementação e visam diminuir o preço final dos produtos junto do consumidor.
Isso vai aumentar o poder de compra das pessoas, o que poderá ser feito com o desagravamento dos vários custos portuários e de taxas aduaneiras, para bens que Angola ainda não produz, em quantidade e qualidade suficientes.

Luís Júnior, chefe de Divisão do CC/MPLA