Crescimento paulatino de Angola nos tempos de paz

Artig Omenezes

Luanda, 18/08 - Na verdade, era quase impossível falar de crescimento há 10 anos atrás. Falava-se muito de projectos.
Como:

Projecto de reabilitação e construção de estradas para facilitar o transporte de mercadorias interprovinciais, projecto de construções de pontes, projecto de instalação de fábricas, projecto de construção de centralidades em quase todas as províncias do país, projecto de incentivo ao nível de empregos para a juventude, projecto do aumento de subsídio para bolsas internas e externas, projecto do aumento da capacidade de abastecimento de água e luz eléctrica às populações, projecto do incentivo do empresariado ao nível interno, de modo a diminuir o desemprego, da conjugação do investimento nacional e estrangeiro, projecto de reabilitação de aeroportos, portos, projecto de construção e reabilitação dos caminhos-de-ferro, de modo a viabilizar o transporte de mercadorias em grande escala.

Falava-se, há 10 anos atrás, do projecto do aumento da produção no sector agro-pecuário, sector económico, sector social, sector da educação e cultura, do projecto de saúde para todos.

Hoje, estão ai os efeitos. Estão ai as estradas e pontes construídas, onde todos, sem excepção, passam.

Hoje, temos aeroportos reabilitados, com capacidades maiores na execução de todos os serviços.

Hoje, a realidade faz calar os partidos da oposição. Pois, o MPLA e o seu LÍDER sempre souberam conduzir a paz e a democracia, a estabilidade social, melhorando a qualidade de vida dos angolanos, apoiando e continuando a apoiar o empresariado nacional, preservando, sempre, a unidade e coesão entre os angolanos, no melhoramento e na distribuição dos bens, de modo a que cada família se sinta cada vez melhor.

Hoje, com a paz e democracia crescemos em todos os domínios, assim como no domínio da educação - mais escolas foram construídas, constituindo mais-valia no combate contra o analfabetismo.

No domínio da saúde - mais hospitais construídos ao nível dos municípios e comunas, mais postos médicos construídos, ao nível de bairros e aldeias, permitindo, assim, que todos, paulatinamente, tenham acesso aos serviços de saúde.

No domínio da habitação – muitas casas foram já construídos, havendo habitação condigna para os beneficiados, em especial a juventude, fazendo com que o mito da ausência da casa própria desapareça.

Hoje, com o MPLA e seu LÍDER, a esperança da juventude aumentou, porque, para além de outras necessidades primárias, o projecto de habitação condigna foi e será sempre um facto. A juventude sabe que o projecto irá continuar.

No domínio da protecção social e combate à pobreza - com a paz e com reforço da democracia, torna-se cada vez mais imperiosa que sejam salvaguardados os interesses sociais, olhando, em primeiro lugar, para as necessidades das populações, havendo segurança e fazendo com que a pobreza diminua cada vez mais.

No domínio da protecção à família – também crescemos, por existirem mais maternidades modernas, de forma a melhorar e facilitar os serviços de saúde materna, pois é o núcleo fundamental da sociedade angolana.

No domínio da agricultura e pecuária – por ser uma das bases essenciais no desenvolvimento de um país, apoiando os pequenos camponeses com instrumentos adequados à prática da agricultura, de modo a não faltar os bens primários.

No domínio das pescas - o MPLA reabilitou e capacitou vários portos, como os do Lobito, na província de Benguela, do Porto Amboim, na província do Cuanza-Sul, de Luanda, com a extensão da construção do da SONILS, facilitando a movimentação e armazenamento de todo o material referente à produção de petróleo, o do Namibe e o de Cabinda. Todos estes portos fizeram e fazem com que aumente o número de navios a atracar na nossa costa.

No domínio da indústria transformadora, extractiva não petrolífera – criando as zonas económicas especiais, surgindo mais emprego para a juventude.

 Com a paz e democracia, o comércio interno e externo fluíram, havendo mais transacções comerciais, aumentando a capacidade da nossa balança de pagamento e, por conseguinte, a economia nacional ganhou mais consistência.

Por isso, quem não acredita no crescimento paulatino de Angola no tempo de paz, não é sincero, não é realista.

E para que este desenvolvimento continue sem parar, é necessário que votemos pela PAZ e por uma democracia cada vez mais reforçada, de modo a crescer mais e distribuir melhor.

Viva a paz e a democracia.

O número 2 é nossa marca.