
Luanda, 02.03.2026
A Vice-Presidente do MPLA, Mara Quiosa, destacou no domingo, 1 de Março, o papel estratégico da Organização da Mulher Angolana (OMA) como força vital na mobilização social, política e comunitária das mulheres angolanas.
A intervenção ocorreu durante a cerimónia de encerramento do 8.º Congresso Ordinário da OMA, realizado de 28 de Fevereiro a 1 de Março, no Centro de Conferências de Belas, em Luanda.
Escola de cidadania e patriotismo
“Foi e continua a ser escola de cidadania, de patriotismo e de elevação da consciência política. Hoje, mais do que nunca, o seu papel é ainda mais estratégico”, afirmou Mara Quiosa, dirigindo-se às congressistas presentes na capital.
A dirigente sublinhou que Angola atravessa um momento de profundas transformações, mas também enfrenta desafios significativos no domínio dos valores éticos, morais e cívicos, tornando indispensável a contribuição efectiva da Organização junto das famílias e da sociedade angolana.
Maturidade política reconhecida
No seu discurso, a Vice-Presidente do MPLA enalteceu a maturidade política demonstrada ao longo do encontro, realçando que “em momentos de divergência prevaleceu o diálogo, em momentos de decisão prevaleceu o interesse organizacional“.
Mensagem à nova liderança
Mara Quiosa dirigiu uma mensagem de incentivo à nova liderança saída do Congresso, que deverá pautar-se por “grande sensibilidade social, constante firmeza política, capacidade de mobilização e profunda dedicação à causa da mulher e das famílias angolanas“.
Reforço da mística organizativa como prioridade urgente
A responsável apontou uma tarefa que se impõe com urgência: o reforço da mística da Organização, com especial enfoque no envolvimento da mulher académica e de outros extractos estratégicos.
“Precisamos de reforçar o espírito de disciplina, entrega, solidariedade e compromisso patriótico nas bases. Reforçar ainda mais a nossa organização”, enfatizou.
Novo ciclo e desafios eleitorais
A dirigente considerou que o Congresso encerra um ciclo, mas abre simultaneamente um novo tempo de responsabilidade, disciplina e rigor.
O lema do encontro — “Mulheres angolanas unidas para transformar os desafios em conquistas” — não deve ser, segundo Mara Quiosa, uma mera palavra de ordem, mas antes “um lembrete constante dos objectivos e resultados a serem obtidos, sobretudo aqueles ligados ao alcance da vitória do MPLA nas próximas eleições”.
Sublinhou que a vitória não se constrói apenas nos períodos eleitorais, mas diariamente, através da pedagogia, da escuta activa e da construção da confiança entre o Partido e o povo, com particular ênfase nas iniciativas de solidariedade e humanismo.
Nova liderança e composição do Comité Nacional
O 8.º Congresso Ordinário da OMA elegeu Emília Carlota Dias como Secretária-Geral da Organização e aprovou a lista de 299 membros efectivos e 32 suplentes para o Comité Nacional, ficando assim constituída a nova direcção que orientará os destinos da organização feminina do MPLA ao longo do próximo quinquénio.
OMA como pilar da estratégia eleitoral do MPLA
O encerramento do 8.º Congresso confirma que a OMA arranca para o novo ciclo com renovada determinação, alinhada com as prioridades da Agenda Política 2026 e com o objectivo central de mobilizar as mulheres angolanas para a vitória do MPLA nas Eleições Gerais de 2027.
A mensagem de Mara Quiosa reafirma que a organização feminina é muito mais do que uma estrutura partidária — é um agente de transformação social, capaz de chegar onde outros não chegam, de escutar quem muitas vezes não é ouvido e de construir, dia após dia, a confiança que sustenta a ligação entre o Partido e o povo angolano.
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