MARA QUIOSA REÚNE-SE COM LÍDERES RELIGIOSOS DE BENGUELA E REFORÇA APELO AO REGISTO ELEITORAL

Benguela, 25 de julho de 2026

A Vice-Presidente do MPLA, Mara Quiosa, reuniu-se na manhã deste sábado (25 de julho) com líderes religiosos de Benguela, no âmbito da jornada de trabalho político-partidária de três dias que efetua na província. O encontro serviu para dialogar sobre questões sociais e comunitárias, bem como para valorizar o papel das igrejas na promoção da paz, da reconciliação, da solidariedade e da coesão social.

A audiência consolidou-se como momento estratégico de reafirmação de compromisso com o diálogo interinstitucional e a cooperação entre o Partido e as confissões religiosas.

Mobilização para registo eleitoral e emissão de BI

No final da audiência, a Secretária do Bureau Político para a Política Económica e Social, Idalina Valente, afirmou que o objetivo do encontro foi mobilizar os cidadãos para a atualização do registo eleitoral e para a emissão do bilhete de identidade.

“Constatámos que já existe organização nesse sentido, com o objetivo de garantir que o maior número possível de cidadãos esteja em condições de exercer o seu dever de cidadania nas eleições de 2027”, afirmou.

A declaração consolidou-se como reafirmação de que a inclusão eleitoral e a participação cívica são prioridades transversais da ação partidária.

Adesão dos líderes religiosos ao processo eleitoral

Por sua vez, o coordenador da Aliança Evangélica, Marcelo Balança, destacou que os líderes religiosos aderiram ao processo de atualização do registo eleitoral desde o início. “Estamos a mobilizar todos os fiéis para cumprirem esse dever cívico”, referiu.

A adesão consolidou-se como demonstração de que as instituições religiosas são parceiros estratégicos na promoção da cidadania e na mobilização comunitária para o exercício eleitoral.

Reforço de parcerias em projetos sociais

Marcelo Balança defendeu ainda o reforço das parcerias entre o Governo e as igrejas na implementação de projetos sociais nas áreas da agricultura, das pescas, da educação e da saúde.

A defesa consolidou-se como reafirmação de que a articulação institucional é elemento crítico para o desenvolvimento social e a melhoria das condições de vida das populações.