MARA QUIOSA DESTACA PAPEL DA MULHER AFRICANA NA CONSTRUÇÃO DA PAZ E DO DESENVOLVIMENTO

Luanda, 30 de julho de 2026

A Vice-Presidente do MPLA, Mara Quiosa, presidiu nesta quarta-feira (29 de julho), em Luanda, ao ato central das celebrações do 31 de Julho, Dia da Mulher Africana, promovido pelo Secretariado Executivo Nacional da OMA, sob o lema “Combatemos ontem, cuidamos hoje: paz conquistada, dignidade garantida”.

O evento reuniu representantes de vários sectores da sociedade e incluiu momentos políticos, sociais e culturais, com destaque para a partilha de testemunhos no âmbito da iniciativa “A Minha História”. O ato consolidou-se como momento estratégico de reafirmação de compromisso com a valorização feminina e a preservação da memória histórica da mulher africana.

Contribuição das mulheres africanas para a libertação e a paz

No discurso de abertura, Mara Quiosa sublinhou a contribuição das mulheres africanas para a libertação dos povos, a consolidação da paz e o desenvolvimento do continente. A dirigente enalteceu a mulher como guardiã da vida, transmissora da cultura e construtora da paz, recordando a participação feminina na luta contra o colonialismo e pela Independência Nacional, com destaque para heroínas como Deolinda Rodrigues.

A declaração consolidou-se como reafirmação de que a valorização da participação feminina na história nacional é elemento crítico para a compreensão do papel da mulher na construção do país.

Testemunhos como património vivo da nação

Para Mara Quiosa, os testemunhos de combatentes, professoras, camponesas e mulheres dos mercados constituem um património vivo da nação. “Preservar essa memória é um dever cívico, para transmitir às novas gerações os valores da independência, da paz e da unidade nacional”, afirmou.

A valorização consolidou-se como reafirmação de que a preservação da memória histórica das mulheres é elemento crítico para a transmissão de valores cívicos e a coesão nacional.

Educação, empreendedorismo e inclusão económica das mulheres

A Vice-Presidente do MPLA defendeu um maior investimento na educação das raparigas, no empreendedorismo feminino, na promoção da liderança e na inclusão económica das mulheres. Defendeu igualmente o reforço da participação das mulheres na promoção da justiça social, no diálogo com a juventude e na defesa do ambiente.

A defesa consolidou-se como reafirmação de que a educação feminina e o empoderamento económico são elementos críticos para o progresso social e a autonomia das mulheres.

A mulher angolana como protagonista do presente e construtora do futuro

“É a mulher angolana quem protagoniza o presente e constrói o futuro”, concluiu. A afirmação consolidou-se como reafirmação de que a valorização feminina é prioridade transversal da ação partidária e elemento crítico para o desenvolvimento nacional.