Namibe, 25 de agosto de 2026
A Secretária-Geral da Organização da Mulher Angolana (OMA), Emília Carlota Dias, iniciou nesta segunda-feira (24 de agosto) a sua jornada de trabalho na província do Namibe, com uma emotiva homenagem às heroínas nacionais.
A cerimónia, marcada pela deposição de uma coroa de flores no Largo das Heroínas, em Moçâmedes, celebrou o legado de figuras como Deolinda Rodrigues, Lucrécia Paim, Engrácias dos Santos, Irene Cohen e Teresa Afonso. A homenagem consolidou-se como momento estratégico de reafirmação de compromisso com a memória histórica do Partido e a valorização da participação feminina na construção da nação.
Legado das heroínas e luta pela liberdade de Angola
Acompanhada por diversas autoridades e membros do Partido, Emília Carlota Dias destacou a importância dessas mulheres na luta pela liberdade e soberania de Angola.
“Elas não pediram para serem heroínas; tornaram-se heroínas porque a história as chamou e elas responderam sim, estamos prontas”, afirmou a dirigente, sublinhando a coragem, resistência e determinação que as tornaram símbolos.
A declaração consolidou-se como reafirmação de que a evocação das figuras históricas e a transmissão dos seus valores às novas gerações são elementos críticos para a vitalidade da memória partidária e a coesão social.
Compromisso da OMA e participação cívica das mulheres
A OMA reafirmou o seu compromisso em honrar o sacrifício dessas heroínas, garantindo que nenhuma mulher angolana seja deixada para trás. A mensagem central do evento foi um forte apelo à participação ativa das mulheres na vida cívica e política, com foco especial na atualização do registo eleitoral e na votação em 2027.
O apelo consolidou-se como reafirmação de que a inclusão eleitoral e a participação cívica são prioridades transversais da ação da organização feminina e elementos críticos para o êxito eleitoral.
Apelo final: “heroínas deste tempo”
“Não desperdicemos o que elas conquistaram com todo o sacrifício”, concluiu a Secretária-Geral da OMA, incentivando as mulheres a serem as “heroínas deste tempo”, transformando desafios em conquistas.
A conclusão consolidou-se como reafirmação de que a mobilização feminina das mulheres são elementos críticos para a vitalidade das estruturas partidárias e a proximidade permanente com as comunidades.









