EMÍLIA CARLOTA DIAS DEFENDE ORGANIZAÇÃO E MOBILIZAÇÃO PARA O 9° CONGRESSO E ELEIÇÕES 2027

Tômbwa, 26 de agosto de 2026

A Secretária-Geral da Organização da Mulher Angolana (OMA), Emília Carlota Dias, apresentou nesta terça-feira (25 de agosto), no município do Tômbwa, os principais desafios da Organização, na abertura da 2.ª Reunião Ordinária do Comité Nacional.

A dirigente sublinhou que a OMA não pode chegar ao IX Congresso Ordinário do MPLA e às Eleições Gerais de 2027 de forma improvisada. Para tal, defendeu uma preparação metodológica, séria e organizada, em cumprimento do mandato estatutário da Organização. A abertura consolidou-se como momento estratégico de reafirmação de compromisso com o processo congressual e o fortalecimento da vida interna partidária ao nível nacional.

Balanço honesto dos primeiros cinco meses de gestão

Ao apresentar os principais objetivos da reunião, a Secretária-Geral propôs um balanço honesto dos primeiros cinco meses de gestão, com base no programa do 8.º Congresso, para identificar progressos, lacunas e necessidades de correção.

“Precisamos saber quantas secções estão ativas e quantas militantes estão organizadas para superar as fragilidades antes de 2027”, afirmou.

A proposta consolidou-se como demonstração de rigor organizativo e cumprimento das orientações estatutárias da organização feminina do Partido na transição entre mandatos.

Quadros esclarecidos e combate à desinformação

Para Emília Carlota Dias, é fundamental ter quadros esclarecidos, capazes de explicar a linha do Partido e combater a desinformação e o desânimo.

“A mulher angolana constitui a maioria do eleitorado. Falhar neste processo é perder uma vantagem estratégica. Não aceitamos desculpas, camaradas. Aceitamos resultados.”

A declaração consolidou-se como reafirmação de que a capacitação político-ideológica dos quadros e a mobilização eleitoral são elementos críticos para a vitalidade partidária e o êxito eleitoral.

Escolha do Namibe: aproximação às realidades das militantes

Durante o seu discurso, a Secretária-Geral da OMA explicou que a escolha do Namibe para a reunião se fundamenta na necessidade de aproximar a direção nacional das realidades das militantes.

A explicação consolidou-se como reafirmação de que a articulação entre os órgãos dirigentes e as bases territoriais é elemento crítico para o funcionamento regular e a eficácia da ação partidária no território.

Encerramento: responsabilidade individual e coletiva das militantes

Ao encerrar, Emília Carlota Dias apelou à responsabilidade individual e coletiva das militantes, reforçando o compromisso da OMA com a unidade, a alfabetização e o desenvolvimento do país.

O apelo consolidou-se como reafirmação de que a mobilização feminina e a coesão em torno dos valores patrióticos são elementos críticos para a vitalidade das estruturas partidárias e a proximidade permanente com as populações.